sexta-feira, 10 de junho de 2011

Alex Kidd: The Lost Stars (SMS) – 9,3

    Grande parte dos leitores desta página, por certo, não conhecem este personagens de orelhas grandes e uma boa habilidade de salto. Não falo de Pernalonga, o carro-chefe da Warner Bros., e sim de Alex Kidd. Para desconhecimento de muitos, este foi a mascote da SEGA até 1991, com o surgimento de Sonic the Hedgehog. No entanto, a disputa Kidd e Mario sempre resultava na vitória do encanador ítaloestadunidense da Nintendo.
    Alex Kidd: The Lost Stars é talvez o principal jogo da efêmera série da primeira mascote da SEGA, lançado em 1989 para Master System e Arcade. O jogo consiste em controlar Kidd (e Stella nas versões para árcade) por vários cenários de maneira a reencontrar as doze estrelas dos signos e devolvê-las ao espaço. Destaque para o local onde as estrelas são enviadas ao espaço novamente, o zigurate, baseado em um espaço do Egito Antigo, que, para eles, era o mais próximo dos deuses. Ele deve correr pelos cenários e evitar seus inimigos. Conforme atingido, seu tempo diminui.
    O visual é bem inferior ao arcade, ainda assim, é um dos melhores visuais do Master System. As sprites de Kidd são bem feitas, com direito a piscar de olhos enquanto corre. Os inimigos são interessantes, curiosos e bem feitos, que, de tão subjetivos, não entendo como não viraram memes da internet ainda.
    Os controles são um aspecto negativo no jogo. Eles respondem um tanto tardiamente e parecem não ser permissivos. As vezes, ao estar muito próximo de um inimigo, Kidd é atingido. E, somado a impossibilidade do protagonista atacar seus adversários, como o spin dash de Sonic e o pulo de Mario, a experiência fica muito prejudicada.
    Os sons são o principal ponto do jogo, já que ele poderia ser refinado em consoles que possuíam o chamado chip FM. Ao escutar a música da primeira missão, imagino-a sendo refeita nos jogos seguintes da série, mas a série não decolou. Destaque para o grito de Kidd, que lembra uma “menina indefesa”.
    Em final de contas, Lost Stars é um bom jogo, com o velho espírito de um platformer. Se você gosta deste gênero, do Sonic ou Mario e da história egípcia (!) este jogo será uma grande título na sua coleção. Terá a sensação de que está jogando um Mario “com amor ao direito dos inimigos, sem bigode e com uns vinte anos a menos”.

Porque vale a pena: Um jogo a moda antiga, com qualidade visual.
Porque não vale a pena: Os controles são ruins, falta de chefes finais e a carência de ataque de Alex Kidd dificultam a qualidade do título.

Notas:
Controles: 8,5
Gráficos: 10
Som: 9,5
História: 9,0
Diversão: 9,5

Nota final: 9,3 (excelente)
Confira a matéria do GPR Collection sobre Alex Kidd: http://gprcollection.blogspot.com/2011/06/alex-kidd-lost-stars-master-system.html

quinta-feira, 9 de junho de 2011

The Legend of Zelda: A Link to the Past (SNES) - 9,6

    The Legend of Zelda: A Link to the Past é a terceira edição da série Legend of Zelda, o primeiro e único para o Super Nintendo. A série de Shigeru Miyamoto, também criador da já consagrada série Mario, estava em ascensão entre os jogadores dos consoles da Nintendo. Link, Zelda e Ganon ganhavam o público lentamente, obtendo o sucesso pleno em Ocarina of Time para o Nintendo 64, o melhor jogo de videogame para o Guinness Book.
    Neste título, nota-se que o enredo ficou mais bem trabalho. Aqui, o jogador controla o jovem Link em outra aventura em Hyrule. O garoto é acordado durante a noite por um pedido de socorro por telepatia da Princesa Zelda. Ele, mesmo após seu tio advertir para não sair de casa, abandona o seu lar para resgatar a princesa. Após encontrar seu tio ferido dentro do castelo, tal qual entrou escondidamente, ele faz seu caminho dentre os inimigos e chega ao local onde está aprisionada a Princesa, resgatando-a. Posteriormente, o menino tem que fazer seu caminho para deter Agahnim, o vilão do jogo que pretende roubar a Triforce.
    Link to the Past parece uma versão mais refinada do primeiro The Legend of Zelda, com texturas vívidas e bem detalhadas. Em uma análise profunda, os gráficos de Zelda são bem mais suavizados do que alguns títulos aclamados de visual para o Mega Drive, aliás, isso é uma característica que se manteve no Nintendo 64, sem a chamada pixelização.
    Controlar Link é bastante similar a versão para Nintendo Entertainment System, mas os controles respondem mais rápido do que a versão anterior. Os combates ficaram mais fluentes e agitados, acrescentando ação ao jogo, e aumentando a diversão e a fidelidade com a realidade. O jogador ainda pode optar por arremessar o que tiver em mãos nos inimigos.
    O som do jogo não é seu forte, mas algumas músicas e efeitos foram herdados por outros títulos da série. Algumas trilhas como aquela tocada no começo do jogo são repetitivas, a irritar um tanto. Os sons após obter dinheiro, obter objetos e abrir portas foram reutilizadas nos jogos seguintes, e são um destaque do título. Não é tão agradável aos ouvidos, mas suficiente.
    The Legend of Zelda: A Link to the Past é um bom jogo, que, até então, foi o melhor jogo da série. O Super Nintendo não possui muitos atrativos, assim como a geração do console, sendo este título um dos poucos que salvam o console. Se você gosta da série e adora uma ação inesperada, este será um bom título. Para mim, é tão bom que chega a ser uma surpresa. Uma qualidade que não se espera.

Porque vale a pena: Gráficos melhores e um controle mais fácil, compensando os difíceis dos últimos jogos.
Porque não vale a pena: Parece um grande remake do TLOZ do NES.

Notas:
Controles: 10
Gráficos: 10
Som: 9,5
História: 9,0
Diversão: 9,5

Nota final: 9,6 (um grande título)
Imagino que desta vez Link e suas aventuras aparecerão no Top 10...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sonic the Hedgehog 3 (Mega Drive) – 9,9

    Michael Jackson foi o maior ícone da música na história. Sua trajetória se confunde com a da SEGA em 1990 quando o “Rei do Pop” contribuiu na produção de um jogo para várias plataformas diferentes, baseado no filme do cantor Moonwalk. Continuando a parceria que teve grande sucesso, o ídolo pop compôs algumas trilhas para um jogo da série Sonic.
    Sonic the Hedgehog é o terceiro jogo da série para o Mega Drive. Por problemas com o tempo de lançamento, o jogo teria mais 20 níveis, que foram transferidos para um título separado, Sonic & Knuckles. A história é a mesma de sempre: Sonic e seu amigo Tails devem passar por vários cenários para deter Doutor Robotnik, durante o processo resgatando os animais originais do local, que foram presos em robôs. A grande diferença fica para a presença de Knuckles como rival de Sonic.
    O visual deste jogo é bastante superior as versões anteriores, com backdrops mais animados e muito mais sprites para os protagonistas. Nota-se um grande cuidado no desenho dos níveis, como sequência de springs bem posicionados, monitores de vida bem escondidos e inimigos cuidadosamente colocados de maneira a pegar o jogador de surpresa.
    Como dito antes, algumas músicas foram compostos por Michael Jackson, como a trilha de luta contra o Knuckles, tema de Ice Cap, Carnival Night e Sonic 3 Credits e provavelmente Hydrocity e Launch Base. Suas produções foram mantidas, apesar de não estar creditado. Muito disso deve-se aos escândalos que o cantor se envolveu naquele ano. Mas, ao contrário do que muitos jogadores pensam, as trilhas seguem no jogo, e são bastante similares a algumas do repertório do cantor.
    Estas trilhas presentes no jogo são inigualáveis, e, incluindo aquelas produzidas por membros do time da SEGA de fato, fazem deste título agradabilíssimo aos ouvidos. Composições dignas de um disco. Além das músicas, os sons bem trabalhados do jogo só reafirmam a qualidade sonora deste jogo, a melhor desta geração. Sem dúvidas.
    Os controles permanecem os mesmos das versões antigas, algo aqui positivo. Vale o destaque para a física melhorada, dando uma impressão mais realística da reação dos heróis ao diminuir a velocidade muito rapidamente. O alcunhado aftertouch, movimento durante um salto, ficou mais limitado, melhorando a qualidade da experiência.
     Sonic The Hedgehog 3 é um dos poucos títulos que fazem o SEGA Mega Drive uma plataforma decente. É um dos melhores jogos da série Sonic e é um cartucho “tem que ter” em qualquer coleção que se preze. Se você gosta (ou suporta) a série nessas edições recentes e sente nostalgia ao falar de plataformas, este é recomendado. Simplesmente o melhor.
Porque vale a pena: Uma grande plataforma e uma ótima trilha sonora.
Porque não vale a pena: Sempre a mesma história...

Notas:
Controles: 10
Gráficos: 10
Som: 10 (merecia muitíssimo mais)
História: 9,5
Diversão: 10

Nota final: 9,9 (Pegou todas as esmeraldas que tinha direito...)

terça-feira, 7 de junho de 2011

Últimas da E3: Wii U, Playstation Vita e FIFA 12


    O Game Palace Reviews traz todas as informações da E3 2011, a mais badalada de todos os tempos. Aqui foram revelados o Wii U e o Playstation Vita.

Wii U

    No primeiro dia da badalada E3 de 2011, informações bombásticas agitam os fanáticos e participantes da feira. Grande parte desta movimentação fica por conta do anúncio do mais novo videogame da Nintendo, o primeiro da oitava geração de consoles.
    Ele se chamará Wii U, e possui um controle em formato de tablet. Diferentemente do suposto controle em formato similar ao Playstation, ele terá as formas de um iPad, com os analógicos na parte superior e os botões na parte inferior. Dentre os funções do gizmo estão permitir o acesso a internet, e conversar com seus amigos através das duas câmeras que estarão no controle. “Não é um videogame portátil, ainda que pareça”, disse o presidente da Nintendo, Satoru Iwata.
    A principio, os jogadores puderam ver apenas um jogo de golfe, onde o console mostra o local onde a bola está para ser batida com o taco. Vale constar que muitos movimentos feitos com o Wii Remote passarão dos braços para apenas os dedos.
    Outro jogo revelado foi mais uma versão para o Wii, Wii U e Nintendo 3DS da série Smash Bros., em que os jogadores assumem o papel de um personagem famoso, seja Mario, Link, Pikachu, Sonic entre outros, e disputam uma batalha a moda luta livre. Iwata disse que “temos que servir todos os jogadores” e o aparelho só virá no verão americano de 2012.

Nintendo U: Vídeo Completo da E3

Jogos para o 3DS

    Super Mario 3D foi oficialmente anunciado para o Nintendo 3DS, com dado de lançamento prevista para o final do ano, conforme o presidente na Nintendo of America, Reggie Fils-Aime. O destaque do jogo fica para a conhecida transformação de Tanooki, em que ele aparece como um guaxinim que iniciou no Super Mario Bros. 3 do antigo NES. Pouco se sabe sobre o Mario 3D, mas o protagonista fará uso de cambalhotas para eliminar adversários e saltar distâncias maiores. Não digam que a Nintendo copiou o spin dash, por favor...
    Outro jogo anunciado foi Luigi’s Mansion 2, sequência do jogo de estréia do GameCube, que traz o irmão de Mario em uma mansão mal—assombrada encarando os clássicos Boos, os fantasmas da série Mario, que tem um similar mais aproximado a versão de 2000.
    Mario Kart 3DS foi outra novidade do evento. No teaser do jogo podemos ver uma asa delta como acessórios dos karts. Foi demonstrado que os pilotos poderão correr debaixo da água e que um veículo estilo “big foot” (os chamados pés-grandes, carros de pneus grandes) estará disponível no game. A estimativa é que ele figure nas prateleiras no fim do ano.
    Star Fox 64 3D é outra novidade para o portátil. Como já anunciado, o jogo fará uso do giroscópio do aparelho para controlar a nave. Simultaneamente, a câmera do console gravará expressões engraçadas do jogador durante as missões. Será lançado em setembro.
    Uma grande festa foi feita para comemorar os 25 anos da franquia The Legend of Zelda, que começou no NES em 1986. Foi anunciada a data de lançamento para o jogo Skyward Sword que, contrariamente as minhas expectativas, não será publicado no Wii U, mantendo-se no Wii convencional, que fará uso do Motion Plus do Wii Remote para usar itens como arco-e-flecha com precisão. Vale relembrar que Ocarina of Time 3D será lançado no final deste mês e começo de Julho para Nintendo 3DS. A expectativa é grande para o remake deste clássico, considerado o melhor jogo da história dos videogames segundo o Guinness World Records.
    O jogo Link’s Awakening chega hoje na loja do Nintendo 3DS (a versão para SNES, similar a esta, será analisada quinta-feira) nos Estados Unidos e dias depois em outros países. Já em setembro, The Legend of Zelda: Four Swords será lançado na loja virtual DSi em setembro de maneira gratuita.

Playstation Vita

    O Next Generation Portable, resumido NGP, se chamará Playstation Vita. O portátil é uma continuação do Playstation Portable, PSP. O anúncio do console foi feito por Kaz Hirai, vice-presidente da empresa, tendo duas câmeras, conexão Wi-Fi e 3G, tela sensível ao toque e ainda duas alavancas analógicas. “É possível jogar e conversar com amigos onde o jogador estiver”, disse Hirai. Seu lançamento é programado para o fim de 2011, pelo preço de 250 dólares.
    Dentre os jogos apresentados para o Vita estão Uncharted: Golden Abyss que, além de usar as alavancas e os botões para controlar o protagonista da série, Nathan Drake, a tela servirá como controle. Curiosamente, o jogo poderá ser controlado de qualquer maneira, até com o trackpad na retaguarda do console poderá movimentar o personagem. Ele possui gráficos similares ao PS3.
    “Ruin”, que aparentemente não faz jus a sua sonoridade em português, é uma versão do jogo Diablo III. O jogador poderá disputar com amigos on-line. Ele poderá progredir no jogo no Vita e continuar no PS3, como o Pro Evolution Soccer 2008 para o PS2 e o PES: Ubiquitious para o PSP.
    Dentre os figurantes do console estão ModNation Racers, um jogo de corrida ao estilo Mario Kart, Wipeout 2048, outro de automobilismo, só que com visuais futuristas, e LittleBigPlanet. Yoshi Ono apresentou uma versão para o Vita do Street Fighter VS. Tekken.



Playstation 3 e Xbox 360
    Para o PS3, destaque para os jogos Uncharted 3, Resistance 3, Bioshock Infinite e Infamous 2, com gráficos surpreendentes, sendo que este último será dublado em português brasileiro, algo que não ocorre há anos no mundo do consoles. Starhawk, apesar de anunciado, continuará em segredo. Medieval Moves, um novo jogo da série Sly Cooper e uma nova série, Dust 514 trarão novidades para o console.
    Já a 2K Games apresentou o jogo NBA 2K12, com a presença do cestinha americano Kobe Bryant, que afirmou que é “tão real que até assusta”. Outros títulos famosos incluem um novo Star Trek, Need for Speed: The Run e Battlefield 3, sem contar remakes parciais dos jogos Ico e Shadow of Colossus. God of War Origins será portado para o PS3.
    A EA anunciou o jogo FIFA 12, que tenta recriar fielmente um jogo de futebol real. A habilidade do jogador, chamado precision dribbling, poderá driblar um zagueiro, ou caso contrário, perderá a posse de bola. O sistema de jogo de corpo foi incrivelmente refeito, baseado diretamente na velocidade, altura e peso dos jogadores na disputa. Vi o vídeo de gameplay e achei incrível, mas acho que os movimentos parecem ainda robóticos.




Xbox 360 na nuvem

    Um dos destaques da feira foi o anúncio da possibilidade do jogador de Xbox 360 gravar seu andamento do jogo na nuvem pela rede Xbox Live, permitindo que o jogador volte a jogar de onde parou, independentemente de qual unidade ele esteja jogando, seja a dele ou de seu amigo. Um serviço novo, chamado Beacons, mostrará no Facebook o que o usuário vai jogar.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Project Café e seus rumores

    Em pleno dia de início da E3 2011, surge na imprensa uma série de informações sobre o Project Café, o mais novo console da Nintendo para compor a oitava geração. Vale lembrar que isso não passa de rumores, portanto, algo pode se confirmar ou não.

Sobre o sistema:

(Perdoe-me caso faça alguma comparação errado: estes números não são minha especialidade...)

·         Sua CPU consiste em um core triplo da IBM que rodará a 3.6Ghz cada um. O Xbox 360, por sua vez, possui uma CPU também de triplo-core da PowerPC  que roda a 3.2Ghz cada, dando uma boa vantagem.
·         Seu kit de desenvolvimento terá 1GB de memória RAM, mas a Nintendo deu a entender que ele terá 1.5GB
·         A Nintendo lançará jogos que rodarão nativamente em 1080p. Há fontes que afirmam que, pela força do console e qualidade de produção da empresa, o visual parecia incrível.
·         O sistema rodará em uma placa AMD R700, mas sua arquitetura é um tanto diferente e seu clock será maior.
·         Ele relembra um Super Nintendo, modelo japonês e europeu, por sua cor, mas não pela sua forma.
·         A empresa realmente trabalha para fazer com que empresa terceirizadas desenvolvam jogos para o título, a ponto de não lançar jogos próprios durante os períodos especiais como Natal e Férias para evitar competição – algo bastante arriscado.
·         Nintendo trabalha com uma companhia externa para uma conexão na internet, na qual comentaram que surpreenderá a SONY e a Microsoft em velocidade e funcionalidade.

Sobre o controle:

·         Nintendo manteve isto em segredo, dando apenas protótipos para empresas que produziram jogos para o console. Ele terá uma tela touch-screen, de 960x640 pixels, além de dois analógicos, quatro botões simples, três botões centrais, dois botões detrás dele e outros dois na parte superior.
·         A tela terá sua própria bateria e pode ser retirada do controle.
·         O controle terá um giroscópio, apesar de que controles de movimento não são o principal objetivo da Nintendo. Ou seja, além da tela e dos dez botões, o jogador terá que movimentar os punhos para a esquerda ou direita.
Sobre os jogos:

·         Nintendo lançará um plataformer do Mario como um título de lançamento, algo que não é feito desde o Nintendo 64. Ele será o sucessor espiritual de Super Mario 64.
·         Gamefreak e EAD trabalham duro a fazer um RPG online da série Pokémon, e será uma marca da Nintendo para revelar as capacidades online do console.
·         A empresa trabalha também em um novo jogo da série The Legend of Zelda, mas os produtores de nada falam sobre. Há duas possibilidades: uma versão para o Project Café do jogo Skyward Sword, originalmente para o Wii, ou mais um remake, talvez A Link to the Past.
·         Os Miis continuaram no Café.
·         Rockstar trabalha duro para trazer seus jogos mais populares para o console. Não é difícil imaginar do que falam: Grand Theft Auto.

    Estes rumores aumentam a expectativa dos fãs para conhecer as qualidades do console, que será apresentado na E3 amanhã. Um bom console, aparentemente.
    Como um bom apreciador de videogames, espero que a Nintendo não repita o filme do Nintendo 64, do GameCube e do Wii ao acabar por ficar atrás dos outros. Acho que, por três oportunidades, a turma do Mario e do Link já tiveram a experiência e a lição de ter sistemas inferiores com competidores ainda mais poderosos. Mas, é incontestável que, mesmo sem muito visual, a Nintendo sempre esteve bem por sua criatividade e principalmente inovação.
    Siga no twitter o Game Palace Reviews (@GamePalaceRev) e fique de olho no que se passa na E3 deste ano. Resta a nós aguardar. Enquanto isso, vai um cafezinho?

Fonte: Zelda Temple (http://bit.ly/lLEoWV)

Esgotamos os trocadilhos sobre o Project Café... é hora de um cappuccino.

Army Men: Sarge’s Heroes (N64) – 9,7

    Army Men: Sarge’s Heroes é um jogo produzido pela 3DO em 1999, como uma direta continuação ao título Army Men 3D para computadores. Foi lançado para Dreamcast e Playstation também, com gráficos superiores. O jogo se baseia nos clássicos soldadinhos de guerra de brinquedo, só que em combates reais, sem relacionar-se ao mundo das crianças.
    Nesta versão o jogador controla Sarge, o sargento do pelotão do Exército Verde, que tem como objetivo combater com o Exército Amarelo-Pastel e seus aliados de maneira a restabelecer a paz novamente. As missões relembram verdadeiras situações de guerra, como desativar rádios adversários, atravessar cidades ou capturar inimigos.
    O visual de Sarge’s Heroes é talvez um dos melhores do Nintendo 64 – não melhor que Turok 3. Os soldados possuem refletem exatamente conforme seu posicionamento e o da luz, e as texturas dos terrenos e dos cenários estão bem detalhados. Destaque para a movimentação dos personagens, uma das mais bem feitas do console da Nintendo.
    Os controles parecem difíceis no começo, muito devido a câmera que demora a se voltar na direção do jogador. Mas, realizar comandos como atirar, correr, saltar e deitar-se ficarão cada vez mais instintivos e nativos nas mãos de um jogador, seja ele experiente ou não. Vale registrar a qualidade de mira das armas francoatiradoras, permitindo os clássicos headshots nos adversários.
    As músicas do jogo não são da melhor qualidade, mas algumas dão a impressão daqueles filmes baseados na Segunda Guerra Mundial, em que os soldados chegam na Normandia e começam o combate. As armas tem sons realísticos, principalmente a M16A1 que Sarge leva, com um som nada estridente, nem airsoft, armas pneumáticas geralmente de treino que emitem pouco som.
    Sarge’s Heroes é um grande jogo. Infelizmente não podemos dizer o mesmo da série inteira, já que ela foi decaindo de qualidade até a última versão, Soldiers of Misfortune, visto como uma nota 8,4 por este site. Se você gosta de Call of Duty e Medal of Honor, gostará deste jogo por certo. A pegada é de uma guerra verdadeira, com um molde mais suavizado.
Porque vale a pena: Ação de uma guerra real com homens de plástico.
Porque não vale a pena: Apesar do ótimo visual, parece inferior ao que poderia ser.

Notas:
Controles: 9,5
Gráficos: 9,5
Som: 9,5
História: 10
Diversão: 10

Nota final: 9,7 (por pouquinho...)

domingo, 5 de junho de 2011

Keystone Kapers (Atari 2600) – 9,2

    Keystone Kapers é um jogo produzido pela Activision para o Atari 2600, lançado em 1983. O título é baseado na série de filmes do cinema mudo Keystone Kops de Mack Sennett, onde o objetivo é o policial Keystone Kelly prender Harry Hooligan, que está em uma fuga dentro de uma loja. No entanto, o tira não tem tarefa fácil, já que, além de estar bem atrás do fugitivo, terá que desviar de carrinhos, mercados e qualquer coisa que possa impedir que ele progrida ao longo do jogo. Em sua ajuda, apenas a sorte e um elevador.
    Kapers possui um visual básico de qualquer jogo de Atari 2600: poucos detalhes, poucas cores. Aqui podemos destacar o desenho do interior dos elevadores, dos carrinhos de supermercado e dos aviões que se dedicam a atrapalhar a perseguição de Kelly.
    Controlar Kelly é simples, mas requer um bom timing e uma sincronia grande com o que se passa nas telas. Isso é posto a prova quando aquelas bolas pulam ao contrário do que o jogador teria que evitar, exigindo que ele se agache e posicione no local exato para evitar ser atingido. O som não é forte do jogo, e é muito limitado a barulhos estranhos ao pegar malas ou sacos de dinheiro, saltar, ser atingido e contar pontos, sendo muitos até similares.
    Keystone Kapers é um divertidíssimo jogo, uma idéia praticamente inovadora para a época. É totalmente recomendado para fãs de plataformers como Mario e Sonic e admiradores da época dos filmes pastelões e mudos do começo dos cinemas. Um grande título para o gigante Atari 2600.
Porque vale a pena: As fugas ficam frenéticas, acredite, em um Atari 2600, depois de alguns níveis.
Porque não vale a pena: Fica repetitivo depois de um tempo.

Notas:
Controles: 9,0
Gráficos: 9,0
Som: 9,0
História: 9,0
Diversão: 10

Nota final: 9,2 (excelente)

sábado, 4 de junho de 2011

Tetris (Elektronika 60)

    Tetris teve sua primeira versão para o computador russo Elektronika 60. Em um vídeo raríssimo que nossa equipe encontrou no YouTube, podemos perceber um visual limitado, mas suficiente ao hardware russo e suas possibilidades. Controlar os tetraminoes não parece tão simples (repare o som do teclado) e o som limita-se a um beep. Confira este vídeo e diga o que acha nos comentários.
    GPR não pode dar nota ao jogo, já que não o testou fisicamente.




FIFA Superstars (Facebook) – 9,1

    Comicamente, nunca pensei em colocar o nome de uma rede social como plataforma de jogo. O Facebook vem sendo mais do que um Orkut renovado, mas praticamente um portal com milhares de possibilidades. A partir dele o usuário pode reaproveitar notícias de órgãos famosos, montar um perfil com dados interessantes, e comentar matérias do GPR.
    FIFA Superstars é mais um jogo da franquia simuladora de futebol, agora em uma rede social. O objetivo do jogo é treinar uma equipe de futebol com os melhores jogadores do mundo e competir com seus amigos. “Ganhe glória, consiga fama e ganha dinheiro no jogo para fazer seu time o melhor que o dinheiro possa comprar”, descreve o site da EA Games.
    O que vemos é uma versão inferior do FIFA Manager 11, mas com a possibilidade de jogar online com seus amigos do Facebook. Você faz o papel de um diretor de futebol, recebendo “pacotes” de jogadores que terá que treinar e melhorar sua qualidade técnica, e, dependendo de como sua equipe desempenhar nos gramados - e seus amigos darem “esmola”, que é possível - seu capital aumentará para melhorar estádios e comprar outros jogadores, exibidos aqui como “cartões”. O jeito é saudosista, lembra até troca de figurinhas...
    Em breve linhas, o visual relembra claramente animações em Flash. As partidas funcionam como verdadeiros animes do Japão e dão um lado mais cinematográfico do futebol. Os menus são fáceis de compreender e o som é “normal” para um jogo da EA Sports. FIFA Superstars é um jogo para aqueles que têm tempo de sobra para jogar. Mas, se você acha, assim como eu, o papel de diretor de futebol muito chato e tedioso, não é um jogo recomendado. Jogue apenas se já jogou o FIFA Manager 11 alguma vez e gostou. Fora isso, não recomendo.

Porque vale a pena: A possibilidade de brincar com amigos do mundo inteiro.
Porque não vale a pena: Ser diretor de futebol pode ficar bem chato.

Notas:
Controles: - (aqui vale-se a habilidade do jogador de manusear o mouse)
Gráficos: 8,5
Som: 9,0
Licenças: 10,0
Diversão: 9,0

Nota final: 9,125 (excelente)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

FIFA Soccer 95 (Mega Drive) – 8,7

    Reutilizar a engine de um jogo anterior para um novo sem muitas mudanças podem provocar duas reações diferentes de seus jogadores: uma positiva, já que o anterior teve um bom resultado e as mudanças podem interromper esta qualidade, ou negativa, pois o título acaba entrando em uma repetição que desagrada e pode por um ponto final em uma série.
    Em FIFA Soccer 95, lançado exclusivamente para o Sega Mega Drive, o jogador pode escolher os times de oito ligas diferentes, onde inclui Serie A (Itália), La Liga (Espanha), Premier League (Inglaterra), Fussball-Bundesliga (Alemanha) e o Campeonato Brasileiro, apesar de não estarem licenciados e ter os benditos pseudônimos de jogadores originais. E, como se não bastasse, o título ainda tem os elencos da temporada 1993-94, uma atrás de qual o jogo se passa. E para piorar, muitas ligas têm times bagunçados, como o Brasileiro, que apenas compõe times de São Paulo e do Rio de Janeiro, incluindo apenas o Internacional de Porto Alegre. Parece que a EA gastou todo o dinheiro para contratar o goleiro norueguês Eric Thorstvedt para ser o jogador de capa. Péssimo trabalho.
    Nos gramados, FIFA 95 é muito idêntico ao seu antecessor e tem pouquíssimas mudanças. Foi um movimento muito arriscado da Electronic Arts, porque uma série que tinha acabado de começar ter praticamente a mesma engine, sem apresentar novidades. De qualquer forma, é mantido o jogo rápido, a troca de passes extremamente necessária e uma grande atenção na defesa. O posicionamento em campo foi melhorado, e os tiros de primeira foram melhorados.
    Os controles seguem sendo complicados e respondem com um atraso, no entanto, como na versão anterior, requerem muito prática para retirar a bola do adversário e atravessar a defesa. Este é um dos pontos positivos de uma engine mantida ao longo dos anos, não exigindo que o jogador fique reaprendendo a jogar um título da mesma série.
    O visual do jogo é igual ao anterior, melhorando apenas o desenho dos torcedores nas arquibancadas. Seu rival International Superstar Soccer possui gráficos bastante superiores feitos anos antes do que esta versão. A física do jogo é praticamente idêntica ao anterior, com incríveis rebotes do goleiro e precisão nos passes.
    O som é um dos pontos principais do jogo, sendo que a torcida tem um som muito real e os gritos parecem ser gravados de uma partida real. Após marcar um gol, o jogador escutará, além de um recompensador grito de gol, barulhos de fogos e os torcedores comemorando, dando uma atmosfera incrível no jogo. Nesta versão, também, há que se destacar os gemidos dos jogadores quando atingidos e a trilha sonora do menu, que melhorou um pouco.
    FIFA Soccer 95 é impressionantemente inferior ao FIFA International Soccer, mas segue tendo a diversão de sempre destas versões. Mas, se você busca um jogo de futebol daquela época, procure International Superstar Soccer Deluxe da KONAMI. Esta série só melhorou em 1998 em FIFA: Road to World Cup 98 para Playstation e Nintendo 64. Jogue apenas se quer conhecer a série em seu começo. Fora isso, prefira marcar gols com Allejo...
 
Porque vale a pena: Um bom visual e uma grande física.
Porque não vale a pena: O controle requer muita adaptação e as licenças são péssimas.

Notas:
Controles: 9,0
Gráficos: 9,0
Som: 10,0
Licenças: 6,0 (o ponto principal desta série e ponto fraco dessa versão)
Diversão: 9,5

Nota final: 8,7 (bom)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Colin McRae Rally 2.0 (PS1) – 9,9

     “Gráficos não fazem diferença”. Esse é uma frase comumente dita pelos fãs e especialistas de videogame, talvez uma das mais sábias citações sobre os consoles. Não podemos julgar a qualidade de H.E.R.O., já analisado pelo GPR, para o Atari 2600 pelo seu visual bastante ultrapassado. Mas, quando este critério está aliado a bons controles e sons, este é um grande candidato a ser classificado entre os melhores.
    Colin McRae Rally 2.0 é um jogo de automobilismo lançado exclusivamente para o Playstation em 2001 pela genial Codemasters. O título consiste em simular uma competição de rali, algo não tão tentado até aqueles tempos, sendo os poucos representantes Gran Turismo e Rally Masters, ambos para a mesma plataforma.
    Dentre os modos disponíveis estão “Rally”, em que o jogador simula uma temporada inteira como um piloto, “Arcade”, muito similar a anterior e “Time Trial”, onde o jogador testa as pistas que conquistou e tenta bater seu melhor tempo. Se por um lado, há mais de 30 “pistas” baseadas em oito países diferentes, algumas até licenciadas em campeonatos e circuitos existentes, mas, por outro lado, uma das limitações do jogo fica para o número de carros, pouco mais que dez.
    Mas, se esquecermos este problema, este jogo é simplesmente incrível. Seu visual é um dos mais belos do Playstation original. Vemos um trabalho fora de série da Codemasters em reflexos nos vidros, paisagens e até mesmo os destroços deixados para trás após uma batida. O dano dos veículos é extremamente realista, fazendo quebrar vidros, amassar a lataria, cair para-choques, por exemplo.
    E ainda por cima, estes danos não se limitam ao visual: após várias colisões, o câmbio para de funcionar normalmente e a tração fica prejudicada, por exemplo. E cada conserto do veículo ocupa um número pré-definido de tempo, que deve ser feito em um período de uma hora, exigindo que o jogador use isso inteligentemente.
    Os controles parecem bem difíceis no começo, tendo uma resposta bem atrasada. Mas, é perceptível como isso é proposital nas pistas da França, que são asfaltadas, sendo bem mais fáceis de fazer curvas mais intricadas. É incrível como este trabalho foi muito bem feito: dependendo do pneu, dos danos e do terreno, controlar o veículo ficará mais difícil ou mais fácil. Uma verdadeira simulação.
    A trilha sonora não é grandiosa, mas isso faz a menor diferença já que nenhuma música é tocada durante as corridas. O som dos motores, do pneu cantando no asfalto e das batidas são perfeitos e dão uma sensação bem emocionante. Destaque para a dublagem bem feita do navegador, que indicará como são as próximas curvas, facilitando ainda mais a visualização do caminho.
    Colin McRae Rally 2.0 só não é melhor que Gran Turismo 2 em automobilismo no Playstation. É uma pena que a série inteira não tenha progredido como o fez neste console. Incríveis gráficos, excelente física e ótima qualidade sonora fazem disto uma jóia. Se você gosta de automobilismo, você vai adorar este título. Se não melhor do que DiRT 3 para Xbox 360. Saudosismo? Imagino que não.
Porque vale a pena: Controles perfeitos e gráficos incríveis
Porque não vale a pena: Poucos carros – o único ponto fraco do jogo.

Notas:
Controles: 10
Gráficos: 10
Som: 10
Licenças: 9,5
Diversão: 10

Nota final: 9,9 (considere sua missão completa, Sr. Bond)

Power Eleven (TG16) – 8,8

     Power Eleven é um jogo de futebol da empresa Hudson Soft para o Turbografx-16, um tanto desconhecido em terras brasileiras. Ele possui uma visão “bird’s eye view”, onde você vê os jogadores por cima do estádio, muito similar ao World Cup Italia ’90, já analisado pelo GPR.
     Um problema salta a vista do jogador de primeira viagem deste título: pouquíssimas seleções. Apenas doze estão disponíveis, onde destas notam-se a ausência de México, Estados Unidos, Arábia Saudita, Austrália e Camarões, constantes nos títulos de futebol para videogames. Brasil está no seleto grupo, assim como Argentina e as outras potências europeias.
    Os gráficos são bem feitos e até superiores para a época, já que o TurboGrafx-16 era superior aos demais competidores. O gramado e os estádios estão bem representados, e a rede chega até a balançar após a bola entrar no gol. Apesar da soberania ocidental no esporte, o título tem uma atmosfera japonesa. Impressão talvez.
    Controlar os jogadores é simples e fácil. Acertar os passes é questão de tempo e os dribles são rapidamente realizáveis. No entanto, os arremates são difíceis de entender e fazer. Já o som dos torcedores é razoável e as músicas no menu dão para o gasto. Ninguém esperava uma incrível composição dos hardwares do console da própria Hudson Soft (ainda com este nome, mas agora subsidiária da KONAMI).
    Power Eleven é um bom jogo de futebol apesar do pequeno número de times e modos. Se você gosta de futebol e do Turbografx-16, procure este HuCard e experimente. Com seus controles, podemos falar que este é o International Superstar Soccer deste console. Ou quase isso.
Porque vale a pena: Controles perfeitos e gráficos incríveis
Porque não vale a pena: Poucos carros.

Notas:
Controles: 9,0
Gráficos: 9,0
Som: 9,0
Licenças: 8,0
Diversão: 9,0

Nota final: 8,8 (bom)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Army Men: Soldiers of Misfortune (PS2) – 8,0

    Nesta edição da clássica série Army Men, lançada primeiramente em computador em 1998 pela 3DO, Soldiers of Misfourtune conta a história de Timmy, um garoto que enquanto brinca com seus soldadinhos de plástico, se vê do tamanho deles combatendo adversários. Dentre as missões do pequeno durante sua aventura estão desabilitar a comunicação adversária, defender veículos aliados, entre outros.
    O visual do jogo não segue um padrão: apesar de seu olhar aparentemente infantil, muitas texturas tentam desenhar a realidade, mas acabam falhando. Portanto, as tentativas de recriar a realidade ou de gerar um visual mais infantil não combinam, e acabam fazendo feio. A física da queda dos bonecos, por outro lado, é geralmente bem feita e relembra as casualidades da infância de ver seus brinquedos despencarem de uma mesa. As músicas são algo a ser criticado, sendo repetitivos e sem graça. Os gritos de Timmy após ser atingidos parecem um soluço de uma criança, algo bastante mal feito.
    Controlar Timmy é precário. Os controles respondem mal, com um lag absurdo ao fazer uma simples curva. Despencar de plataformas é algo extremamente comum e bastante irritante. Controlar o personagem e a mira simultaneamente é praticamente impossível. Para atirar em um inimigo que está muito alto, o jogador tem que tomar muita distância, sendo alvejado várias vezes ou perdendo ele de vista.
    Em resumo, Army Men: Soldiers of Misfortune não é um grande jogo, e parece que só agradará os muito jovens garotos. O controle é terrível e os gráficos parece simples demais para o Playstation 2. Se achou Army Men simpático, jogue a versão para Nintendo 64, muito mais divertida e interessante. Como diriam os espanhóis, esto es un gran pedazo de basura.
Porque vale a pena: Army Men é uma grande série.
Porque não vale a pena: Controles péssimos fazem deste título desprezível. A versão do Nintendo DS também é ruim, mas há uma justificativa.

Notas:
Controles: 7,0
Gráficos: 8,0
Som: 8,5
História: 8,5
Diversão: 8,0

Nota final: 8,0 (bom)

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